sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Aquela arte

Poe o osso
do prozaico moderno
do membro audaz
mais um tanto
da farsa muda
inquieta
languidamente inócua
desprovida de fogos
inutilmente morta
aos ouvidos
ao peito
misture a avidez coesa
entregue assada
cheirosa
caliente
lamba os dedos porosos
do arroto seguro
da tua farsa estupida
da tua consistência
inócua.
eis o prato
eis o parto
do filho querido
do filho amado
e desdito.
façanhas.

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Ela preferia ser humilde e não à sua altura que era enorme: Lóri sentia que era um enorme ser humano. E que devia tomar cuidado. Ou não devia?